Michael J. Fox não se rende ao Parkinson

Muitos de nós nos recordamos de Michael J. Fox por seu papel como Marty McFly nos filmes De Volta para o Futuro, mas os pacientes de Parkinson também o conhecem como um dos precursores na investigação da doença.

Sua fundação, The Michael J. Fox Foundation for Parkinson´s Research., hoje é considerada uma das mais importantes em sua área, e suas colaborações ajudam a melhorar a qualidade de vida dos pacientes e até dar grandes passos na investigação em busca da cura.

Trajetória do Michael J. Fox
Fox foi diagnosticado com Parkinson em 1991. Ele era jovem e durante muitos anos manteve em silêncio o diagnóstico. Em 1998, ele contou ao mundo sobre sua condição e se comprometeu com uma campanha na qual ele aumentaria o conhecimento sobre a doença e promoveria a pesquisa. Fox anunciou sua aposentadoria da carreira de ator no ano 2000. Nesse mesmo ano, ele inaugurou sua fundação.

Em 2012, Fox anunciou sua intenção de voltar a atuar em tempo integral. Embora o anúncio tenha aumentado as expectativas do público, Fox falou publicamente sobre encontrar um coquetel de drogas que o ajudasse a controlar os sintomas e os efeitos colaterais da doença de Parkinson o suficiente para desempenhar um personagem com DP.

Em 2013, ele retornou à TV como Mike Henry na “The Michael J. Fox Show” da NBC. O show, que rapidamente ganhou atenção nacional, concentra-se em um apresentador e homem de família querido que retorna ao trabalho após um diagnóstico com doença de Parkinson. As famílias de Parkinson e os apoiantes da Fundação Michael J. Fox uniram-se em torno do poder de otimismo demonstrado pelo retorno de Fox.

Ao mesmo tempo, ele é o autor de vários livros e falou várias vezes sobre o modo como ele lida com os problemas. Sua mensagem sempre apresentou um tom otimista e humorístico, cheio de gratidão pelo apoio que recebeu de outros pacientes.

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Fonte: https://www.michaeljfox.org/.


Estudantes da UFMG desenvolvem aplicativo que rastreia tremores

Um grupo de estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está desenvolvendo um aplicativo para smartphones e relógios inteligentes que prometem ser um auxílio para o tratamento da doença de Parkinson.

De acordo com a assessoria de imprensa da universidade, o aplicativo monitora os tremores e os batimentos cardíacos, regula as tomadas de medicamentos e informa os familiares sobre o estado do paciente. É uma ferramenta para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O aplicativo ainda está em desenvolvimento e são necessários mais estudos para que seja disponibilizado.

Vencedores em uma competição
Os estudantes participaram da competição Ultrahack 2017 Sprint II, em Helsínque, na Finlândia, um dos mais importantes eventos de inovação da Europa, que reúne estudantes do mundo todo para competir em diferentes maratonas de programação.

Eles venceram o Health Hack, cujo objetivo foi o desenvolvimento de soluções para auxiliar pacientes com doença de Parkinson por meio de estratégias de gamificação (uso de mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar pessoas, resolver problemas e melhorar o aprendizado).

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Fonte: https://ufmg.br/comunicacao/publicacoes/boletim/edicao/supercondutividade-fotonica/acontece-69
http://www.otempo.com.br/interessa/sa%C3%BAde-e-ci%C3%AAncia/aplicativo-promete-ajudar-pacientes-com-doen%C3%A7a-de-parkinson-1.1554652


Projeto de Lei para política de atendimento ao portador de Parkinson em Minas Gerais

O Projeto de Lei 4485/2017 que dispõe sobre a política de atendimento ao paciente com doença de Parkinson no Estado de Minas Gerais e estabelece diretrizes para atenção a ele, está em Tramitação Parlamentar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, desde de sua data de apresentação no Diário do Legislativo, em 11 de agosto de 2017.

De acordo com o texto original do Projeto de Lei: “O projeto em tela objetiva contribuir na implantação de mecanismos para o enfrentamento da doença de Parkinson e, em especial, fomentar a qualificação e a humanização do atendimento ao parkinsoniano por meio do estabelecimento de diretrizes para sua atenção no âmbito do Estado de Minas Gerais”.

Ainda há um longo caminho a ser percorrido para que o projeto vire lei, mas o primeiro passo em benefício aos pacientes já foi dado.

Você pode acompanhar a situação do PL aqui:
https://www.almg.gov.br/atividade_parlamentar/tramitacao_projetos/texto.html?a=2017&n=4485&t=PL

E ler o texto original completo aqui: https://www.almg.gov.br/atividade_parlamentar/tramitacao_projetos/texto.html?a=2017&n=4485&t=PL

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Fonte: https://www.almg.gov.br/atividade_parlamentar/tramitacao_projetos/texto.html?a=2017&n=4485&t=PL


Estudo com medicamento para Diabetes em pacientes com Parkinson

Um estudo da Universidade de Londres sugere que um medicamento que normalmente é usado para tratar diabetes pode ter potencial para ajudar os pacientes com Parkinson. A possibilidade de usá-lo de forma eficaz e segura em pacientes está sendo testada neste momento.

O estudo consistiu em acompanhar 60 pacientes com Parkinson por 48 semanas, nas quais em metade dos pacientes a medicação foi administrada sob a forma de injeções e na outra metade um placebo. Nesse período os pacientes continuaram a tomar normalmente outros medicamentos para a doença.

Resultados do estudo
Os pesquisadores descobriram que as pessoas que usaram a medicação para diabetes tiveram melhorias em suas funções motoras quando foram tratadas. Emquando, aqueles que receberam o placebo encontraram uma diminuição em suas habilidades motoras após as 48 semanas do estudo.

Uma escala de 132 pontos mede as habilidades motoras dos pacientes, incluindo tremores, agilidade e fala. Os pacientes que testaram o medicamento tiveram uma vantagem em relação aos pacientes placebo em quatro pontos na escala, e a diferença ainda era notável mesmo 12 semanas após o término do tratamento.

O que a droga faz no tratamento da diabetes é controlar os níveis de açúcar no sangue, atuando em um hormônio chamado GLP-1. Esses sensores também são encontrados no cérebro e acredita-se que o medicamento faz com que essas células funcionem de forma mais eficaz.

“Este é o primeiro ensaio clínico que é feito de medicamentos em pacientes com Parkinson, em que encontramos este tipo de resultado. Acreditamos que o medicamento para diabetes não está apenas ocultando os sintomas, mas que está produzindo algo na doença “, explicou o médico da pesquisa.

Embora os resultados sejam positivos, eles ainda não são suficientes para permitir a aprovação e o uso deste medicamento em pacientes com Parkinson. Mais testes devem ser feitos, mas os resultados deste estudo são muito encorajadores.

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Fonte: http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(17)31585-4/fulltext.


Encontre um especialista na sua região

Uma das dificuldades que os pacientes de Parkinson apresentam é encontrar o especialista certo para tratar sua condição. Existem neurologistas especializados em distúrbios do movimento que, como o nome indica, se especializam em doenças que afetam os movimentos e conhecem diferentes opções de tratamento para esses pacientes.

Pensando nisso, criamos um mecanismo de busca de especialistas, onde os pacientes podem encontrar o médico que esteja mais próximo deles e marcar uma consulta.

Esta nova ferramenta consiste em um mapa, fácil de navegar, onde você pode clicar em sua região para encontrar os médicos que estão lá. Uma vez que você selecionar sua região, você pode navegar no mapa para encontrar o especialista mais próximo, ligar para a nossa central de atendimento e receber ajuda para marcar um horário com o médico.

Encontre um especialista
A ferramenta não tem custo e pode ser usada agora: www.parkinsoneeu.com/encontre-um-especialista.

Se preferir, você pode também entrar em contato diretamente com a nossa equipe pelo telefone: (11) 4431-6113 [ligação gratuita].

Mantenha-se informado
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Uma boa dieta pode ajudar a reduzir a ansiedade e o pânico nos pacientes com Parkinson

Um dos problemas não-motores comuns que o Parkinson pode trazer é a ansiedade e os ataques de pânico. Pode não ser uma consequência que afeta a parte motora, diretamente, mas é desencadeada com o desenvolvimento da doença.

A ansiedade produz medo, estresse, nervosismo e preocupação, afetando a qualidade de vida do paciente gradualmente. Algumas pessoas com Parkinson evitam a interação social, por medo de serem criticadas, julgadas ou tratadas de maneira diferente por causa de sua doença.

Os ataques de pânico são categorizados como outro tipo de ansiedade, em que o paciente sofre ataques graves. Isso pode causar tremor, problemas de respiração (problemas que também fazem parte da doença de Parkinson diretamente). Esses ataques aumentam exponencialmente os sintomas da doença e podem até fazer com que o medicamento pare de funcionar.

A relação da ansiedade e dos ataques de pânico com a alimentação
Em algumas pessoas, verificou-se que baixos níveis de certos nutrientes como ferro, vitamina D e vitamina B6 estão relacionados à ansiedade e ataques de pânico(4). Nos pacientes com Parkinson, por razões desconhecidas, verifica-se que existe uma deficiência desses nutrientes.

O ferro está relacionado à produção de neurotransmissores, incluindo a dopamina(1). Em um estudo, pacientes com deficiência de ferro receberam suplementos de ferro e encontraram redução na ansiedade. Além disso, outros estudos já apontaram uma relação entre a deficiência de ferro e a ansiedade(3).

Além disso, outro estudo encontrou uma relação entre a deficiência de vitamina D com depressão, ansiedade, pânico e fobia e fratura óssea(2).

Finalmente, verificou-se que as pessoas que têm ataques de pânico têm baixos níveis de serotonina, um neurotransmissor produzido pela vitamina B6 e pelo ferro(5).

Mantenha uma dieta equilibrada
É por isso que é importante que os pacientes que experimentam ansiedade ou ataques de pânico verifiquem os níveis de ferro, vitamina B6 e vitamina D. Para isso, converse com o seu médico sobre o exame de sangue e, se tiver qualquer um dos níveis baixos, o médico pode prescrever suplementos alimentares ou mesmo injeções para regular os níveis.

Você também pode regular sua dieta com a ajuda de um especialista. Lembre-se de manter um acompanhamento constante dessas atividades com seu médico, para garantir que você possa lidar com efeitos colaterais ou quaisquer outras consequências que possam surgir.

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Fonte: http://parkinsonslife.eu/diet-alleviate-anxiety-and-panic-disorders-parkinsons-kathrynne-holden/.

Referências

(1) Beard, J. Iron Deficiency Alters Brain Development and Functioning. J. Nutr. May 1, 2003 vol. 133 no. 5 1468S-1472S

(2) Encephale. 2017 Feb;43(1):85-89. doi: 10.1016/j.encep.2016.08.002. Epub 2016 Sep 16. [Iron deficiency: A diagnostic and therapeutic perspective in psychiatry]. [Article in French] Kassir A1.

(3) Młyniec K1, Davies CL2, de Agüero Sánchez IG3, Pytka K4, Budziszewska B5, Nowak G6. Essential elements in depression and anxiety. Part I. Pharmacol Rep. 2014 Aug; 66(4): 534-44.

(4) Maddock J1, Berry DJ, Geoffroy MC, Power C, Hyppönen E. Vitamin D and common mental disorders in mid-life: cross-sectional and prospective findings. Clin Nutr. 2013 Oct; 32(5): 758-64.

(5) Mikawa Y1, Mizobuchi S, Egi M, Morita K. Low serum concentrations of vitamin B6 and iron are related to panic attack and hyperventilation attack. Acta Med Okayama. 2013; 67(2): 99-104.


Diferença entre Parkinson e Alzheimer

Para o leigo, informações técnicas, sejam elas sobre astronomia ou mecânica de automóveis, podem soar como línguas estrangeiras intangíveis. A medicina obviamente não foge dessa regra, contando com o agravante de que essa área usa frequentemente nomes próprios (epônimos) para designar sintomas e principalmente doenças.

Na neurologia, um exemplo típico é a confusão entre as doenças de Alzheimer e de Parkinson, duas entidades que, em realidade, têm manifestações e evolução bem diferentes.

Diferenças dos sintomas
A doença de Alzheimer classicamente afeta a cognição, em especial a memória recente. Os sintomas tendem a progredir levando a mudanças de personalidade, limitações da capacidade de realizar tarefas mais complexas, reconhecer objetos e pessoas, e de manejar o funcionamento da própria vida de forma autônoma. Esse conjunto de sintomas recebe o nome genérico de demência. Assim, faz sentido dizer que a doença de Alzheimer tem na demência a sua principal característica. Alguns pacientes com doença de Alzheimer podem perder a mobilidade, mas isso tende a ocorrer em fases bem avançadas.

Já a doença de Parkinson tem como principais características clínicas as dificuldades de movimento. Isso manifesta-se com lentidão de movimentos associada a um ou mais dos seguintes sintomas: tremor, rigidez muscular e dificuldades de equilíbrio. A ocorrência de demência na doença de Parkinson ocorre em um terço dos casos, especialmente quando a doença está em suas fases mais avançadas.

Diferenças na incidência
A confusão que muitos fazem entre estas duas doenças, porém, não vem por acaso: ambas são enfermidades neurodegenerativas, progressivas, que ocorrem mais comumente numa faixa etária mais avançada e que tem tratamento complexo. Por outro lado, mesmo essas aparentes similaridades genéricas são distintas quando olhadas mais de perto.

A doença de Alzheimer ocorre quase que exclusivamente em idades mais avançadas, é incomum na faixa dos 60 anos, e menos de 5% dos casos tem idade abaixo de 65 anos no momento do diagnóstico. A doença de Parkinson ocorre em indivíduos mais jovens, na média 60 anos, porém um em cada 5 casos recebe o diagnóstico com idades abaixo dos 45 anos de idade e 1% com idade abaixo de 35 anos.

Diferenças na causa e anatomia
Apesar de ambas serem doenças degenerativas de causa ainda desconhecida, os processos e locais principais de degeneração também são bem distintos: na doença de Alzheimer o processo ocorre inicialmente nas camadas mais superficiais (córtex) da região temporal do cérebro, responsável pela aquisição de informações novas. No exame microscópico desta parte do cérebro em indivíduos afetados detectam-se agrupamentos de proteínas especificas (peptídeo amiloide e proteína Tau).

Na doença de Parkinson, o processo ocorre no tronco cerebral inicialmente, mais precisamente numa área chamada substancia negra que é responsável pela modulação de movimentos. Nela também encontramos agrupamentos de proteínas sendo que a mais abundante é chamada alfa sinucleina. Do ponto de vista bioquímico, na doença de Parkinson é clássica a descrição de falta do neurotransmissor dopamina, enquanto que na doença de Alzheimer o déficit é na regulação da produção de acetilcolina e possivelmente glutamato.

Diferenças no tratamento
Finalmente, o tratamento, apesar de visar o controle de sintomas e não a cura, é bem diferente em termos de medicamentos que podem ser eficazes ou que devem ser evitados, assim como as opções de intervenções cirúrgicas que hoje atualmente só são comprovadamente seguras de doença de Parkinson.

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Em resumo, apesar de diversas similaridades, doença de Parkinson e Alzheimer são entidades bem distintas e, mais importante, não representam uma continuidade, isto é, o diagnóstico de uma não indica risco do desenvolvimento da outra.

Se houver dúvidas em relação ao diagnóstico, uma avaliação com um especialista deve ser a prioridade visto que o tratamento é bem distinto, assim como os prognósticos e vários aspectos da progressão destas doenças.

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Apoio

Dr. Renato Puppi Munhoz

Neurologista

CRM-PR 15036 / RQE 10806

*As opiniões expressadas pelos médicos, pesquisadores e especialistas não representam, necessariamente, as opiniões do Parkinson e Eu e da Medtronic. Trate com o seu médico a sua informação para diagnóstico e tratamento. Apenas o seu médico pode determinar qual terapia é ideal para você.


Campanha Amigo Solidário 2018 – Associação Brasil Parkinson

A Associação Brasil Parkinson convida você para ser um amigo solidário. A campanha tem o objetivo de arrecadar fundos para que a associação continue oferencedo suporte aos pacientes com Parkinson na cidade de São Paulo.

Caso tenha dúvidas, entre em contato pelo telefone (11) 2578-8177 ou pelo e-mail parkinson@parkinson.org.br.

A ABP atende portadores de doença de Parkinson em fisioterapia, fonoaudiologia, avaliação odontológica, psicologia, nutrição, educação física, massoterapia, dança sênior e coral. Além de pintura, artesanato e origami para melhorar a coordenação motora. Convide seus amigos e participe!

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Participe dos eventos em celebração ao Dia Mundial do Parkinson

A doença de Parkinson não afeta apenas as habilidades motoras dos pacientes, mas também afeta a qualidade de vida. Os pacientes gradualmente percebem que, por causa da doença, eles não podem fazer coisas comuns do dia a dia: amarrar seus sapatos, andar, beber uma xícara de café, entre outras coisas.

O Dia Mundial do Parkinson é comemorado em 11 de abril, mas durante todo o mês de abril são realizados uma série de eventos dedicados a levar mais informações sobre a doença e a promover os tratamentos existentes. Associações de paciente, médicos, hospitais, clínicas e empresas se unem nessa época para mostrar que aqueles que sofrem com a doença não estão sozinhos.

Convidamos você, seus amigos, familiares e pacientes que você conhece para participarem dos eventos na sua cidade e compartilharem a campanha #UniteForParkinsons: Aproveitando mais o dia a dia.

Confira a agenda
07/04 – Evento na Associação Brasil Parkinson, em São Paulo, com palestras, dança, apresentação do coral e muito mais. Informações diretamente com a Associação: (11) 2578-8177.

08/04 – Corrida Run For Parkinson´s em Belo Horizonte: www.runforparkinsons.org.

09/04 – Palestra ‘Diagnóstico e perspectivas do ponto de vista do paciente de Parkinson’, na PUC Coração Eucarístico, em Belo Horizonte.

11/04 – Palestras em homenagem ao Dia Mundial do Parkinson, no HCor em São Paulo, das 14h00 às 18h00. Vagas limitadas e inscrições pelo e-mail: apneri@hcor.com.br

11/04 – Audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais sobre o diagnóstico e perspectivas do ponto de vista médico e social.

13 e 14/04 – III Workshop – Vibrar com Parkinson em Goiânia: http://www.vibrarcomparkinson.com.br/iiiworkshop.

15/04 – Corrida Run for Parkinson´s Brasil em Alfenas.

16/04 – Palestra e abertura do fórum de discussões sobre a doença de Parkinson, em Alfenas, no Hospital Alzira Velano.

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#UniteForParkinsons: Aproveitando mais o dia a dia

Juntos somos mais fortes! Vamos nos unir hoje para conscientização do Parkinson.
A maioria das pessoas acordou discretamente. Levantaram-se, lavaram o rosto, amarraram seus sapatos, comeram e foram trabalhar. Fizeram tudo o que fazem em um dia normal. O paciente com Parkinson acorda, tem problemas para se levantar, não tem coordenação suficiente para escovar os dentes, cozinhar, comer e trabalhar sem ajuda.

A doença de Parkinson não afeta apenas as habilidades motoras dos pacientes, mas também afeta a qualidade de vida, ao ponto de tornar atividades simples, atividades impossíveis de serem realizadas sem ajuda.

Dia Mundial do Parkinson
No dia 11 de abril, Dia Mundial do Parkinson, aproveitamos para lembrar o mundo desses pacientes. Talvez nunca poderemos entender completamente o impacto da doença nos pacientes, mas podemos ter um dia para dizer que eles não estão sozinhos e que, com nossa ajuda, podemos devolver a vida que eles tinham antes.

Atualmente o Parkinson não tem cura, mas os tratamentos que existem para a doença provaram ser capazes de permitir que um paciente volte a realizar suas atividades diárias. A Estimulação Cerebral Profunda (DBS), por exemplo, é um tratamento avançado que com estímulos elétricos consegue controlar alguns sintomas da doença.

Faça parte da campanha
Acesse a nossa página da campanha e #UniteForParkinsons!

Convidamos você para compartilhar uma mensagem de apoio aos pacientes de Parkinson cadastrando o seu Facebook no Thunderclap: https://www.thunderclap.it/projects/69296-unite-for-parkinson-s. Diga ao mundo o que você sabe sobre a doença e que você entende que os pacientes precisam de apoio.

Apoie também compartilhando a hashtag #UniteForParkinsons nos seus perfis nas redes sociais.

E mostre ao mundo que você apoia os pacientes com Parkinson adicionando o logo da campanha em sua foto de perfil no Facebook: https://twibbon.com/support/unite-for-parkinsons.

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